quinta-feira, 11 de junho de 2026

Direção psicodramática

Estou regressando do Congresso Brasileiro de Psicodrama. Vendo e presenciando seu desenrolar, ouvindo e conversando com os participantes, lendo as manifestações, enxergo uma visão conjunta que o Congresso foi afetivo, acolhedor, fluido, rico em atividades de múltiplas formas, horários que possibilitaram durações de vivências de duas horas e meia, a cultura musical preenchendo os espaços vazios, voltado para o congressista que se sentia o centro das atenções. E simples. E eficaz. E eficiente. Sem dúvida um marco na organização de congressos. E pensei. Não será isso uma direção psicodramática de qualquer ato socionômico? Simples, eficaz, acolhedor, diretivo sem autoritarismo, o protagonista sendo dono de sua história, conduzindo o enredo, a estrutura e a forma a serviço do conteúdo. O feijão com arroz muito bem feito. E extremamente saboroso. Para mim, considerando o congresso um ato único, iniciado quando se anunciou o local até a despedida e o pós despedida, foi um maravilhoso ato psicodramático, dirigido por Alcione (em codireção afetivo/técnica com Luiza) e com uma equipe de egos auxiliares (as comissões) com disponibilidade, sensibilidade e proatividade. Foi uma verdadeira catarse de integração Moreniana.

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