Esperar, ter esperança, expectar, ter expectativa. Embora palavras de etimologia próxima, talvez possamos brincar um pouco com elas. Iniciemos por expectar. Parece-me que expectar é a espera de forma ansiosa. Expectar é formular uma imagem e aguardar que ela se concretize. Esperar, ter esperança, é abrir-se para o novo, deixar-se surpreender pelo inesperado. A expectativa pode ser frustrante. O futuro ao chegar pode não corresponder à imagem criada, à expectativa criada. Ter esperança, esperar, apenas esperar, sem imagens antecipadas, é como a criança que absorve o mundo como ele se apresenta. O adulto, expecta. A criança espera. A angústia do adulto está na expectativa da chegada do imaginado. A alegria da criança está em receber, é alegria do que simplesmente virá. Com essa visão poética podemos pensar o Psicodrama/Teatro Espontâneo com o olhar da espera pueril, de aguardar o que virá sem preconcepções. Tomar o que vem não pelo que não foi, mas pelo que é. E isso, não tão poeticamente, é a atitude fenomenológica: Não expectar e frustrar-se, mas esperar e ver.
segunda-feira, 3 de outubro de 2022
Expectar e esperar
quarta-feira, 28 de setembro de 2022
fundamentos e fundações
Um amigo, psicodramatista, me disse que ele estava tendo dificuldade de editar seu livro porque as editoras só viam possibilidades de venda para manuais de como fazer Psicodrama. E o livro dele é de reflexão sobre os fundamentos do Psicodrama/Socionomia. É. Isto em qualquer área de atuação seria um problema. Agir sem fundamentação, o fazer, apenas, transforma-se em ato mecânico. Sem se conhecer e aprofundar-se nos fundamentos é como preocupar-se em construir um edifício muito bonito , mas sem ter escavado para as fundações. Aliás, é um bom símile. Na construção, necessariamente, se começa indo para baixo, cavando fundo. Em qualquer construção, trata-se de uma etapa longa, em que não se vê o "progresso" da obra. Considerando, nesse caso arquitetônico, que "progresso" é ver subir a obra. Trazendo ao nosso campo, "ver subir a obra', "progresso", seria fazer o psicodrama, exercitar as técnicas. O escavar para baixo, estabelecer as fundações da obra, seria o equivalente a estudar-se a filosofia Moreniana, os laços filosóficos do Psicodrama/Sociodrama/Socionomia. Corporificar a Espontaneidade/Criatividade. Fazer com que a técnica psicodramática esteja a serviço de uma atitude humanista, solidária, grupal, amorosa, participativa, compreendendo que cada um e todos são corresponsáveis pelo grupo/mundo. Sempre é necessário buscar as raízes de nosso Sociopsicodrama, de nossa Socionomia. Árvores sem raízes, edifícios sem fundações sólidas, métodos psicoterápicos apenas práticos, necessitam de escora, de apoiar-se em mais alguma coisa. Nossa Socionomia tem raízes, tem fundações, tem fundamentos, tem modos próprios de enxergar e atuar no mundo. Mas, nós é quem precisamos acessar essas raízes, sempre e sempre. São elas que nos possibilitam o salto criativo, o Role-Creating, a criação no papel, e não apenas a aplicação bem feita de técnicas conservadas.
segunda-feira, 19 de setembro de 2022
O Encontro
Se há palavra associada ao Sociopsicodrama, à Socionomia, à Sociometria, ou seja à toda a obra de Moreno, essa palavra é encontro. Em geral, quando nós escrevemos o fazemos assim Encontro, com a maiúscula inicial. Talvez porque, como dizia o Poetinha Vinícius, "A vida é a arte do Encontro, embora haja tanto desencontro pela vida". Pela vida há encontros, esbarrões, conhecimentos. O Encontro não é apenas o ato de duas pessoas se encontrarem, eventualmente, num lugar qualquer. Por isso a inicial maiúscula. O Encontro Moreniano é quando duas pessoas, num dado instante, harmonizam suas vidas, suas histórias não contadas e contadas, suas vozes, sua complementaridade em ação. Esse Encontro é de duas existências, dois viveres, dois sentires, dois perceberes, dois agires. Não é um esbarrão. Por isso, quando acontece, se acontece, é tão pleno para quem o vive. Pode até ser outro nome para amor, não saberia diferenciá-los, mas sinto haver uma diferença, embora não consiga agora torná-la explícita. Os encontros e desencontros são constantes e até regulares. Mas, os Encontros são peças raras em nossa mala de sentimentos. E para ele acontecer, não sendo programado nem programável, o que ele precisa é que se deixe acontecer. Haja Morenianamente a Espontaneidade para deixar fluir essa possibilidade humana tão preciosa. O Poetinha tinha razão; É uma Arte esse tal de Encontro.
quarta-feira, 7 de setembro de 2022
Alma Psicodramática
quarta-feira, 24 de agosto de 2022
vaidade existe?
Como fica a vaidade humana na pele do Diretor de Psicodrama, condutor de grupo? Há um sinônimo que é fatuidade, cuja definição, "qualidade do que é efêmero, pouco importante", talvez explique melhor nosso problema. O Diretor/condutor de um grupo é o primeiro membro do grupo a estar presente, é o membro do grupo que se torna o ponto focal para o aquecimento grupal, organizador, produtor e analista do grupo. Portanto, um papel essencial, fundamental. Mesmo em grupos autodirigidos, alguém se destaca, por estar mais aquecido, para lidar com a situação. Nesses grupos autodirigidos apenas não há o papel previamente determinado, de diretor. Mas o papel existe. Quando me refiro à vaidade, fatuidade de quem exerce o papel de Diretor grupal psicodramático, estou-me referindo ao poder inerente à função. É um poder efêmero, mas não é pouco importante. Penso ser sempre necessário a quem conduz grupo ter em mente isso: Não se deixar levar pelo brilho, poder ou, simplesmente, prazer em manipular o grupo. Moreno foi sábio quando insistiu em que o Diretor faz parte do grupo, é atravessado pelas mesmas correntes daquele grupo. O que o coloca no papel de Diretor, e o mantém, é estar diferenciado o suficiente para perceber todas as nuances de fluxo, contrafluxos, ocultamentos, dificuldades, expressas pelos membros do grupo e pelo próprio grupo. Esta postura crítica e diferenciada em relação a si, deixar-se ser atravessado e perceber o atravessamento, ajuda a ser o contraponto da natural vaidade humana. E isso, além do Psicodrama, também se refere a todos os outros grupos humanos.
sábado, 13 de agosto de 2022
Psiquiatria e Psicodrama
Quando uso um adjetivo, sua função é a de delimitar e qualificar um substantivo. Um navio verde não é todos navios, é apenas o navio verde. Quando digo que sou Psiquiatra Psicodramatista, não estou dizendo que sou Psiquiatra E Psicodramatista, dois substantivos separados. Estou dizendo que ao modo de exercer o papel de psiquiatra agrego um modificador, um qualificador: Psicodramatista. Todos os papéis sociais têm um denominador coletivo e um diferenciador subjetivo. Neste caso o diferencial é a atitude, o olhar psicodramático.
sexta-feira, 5 de agosto de 2022
Analogia
Fernando Pessoa diz em Mensagem que o "O mito é o nada que é tudo". Pegando essa afirmação talvez possamos dizer que uma analogia é um nada que é tudo. Analogia é uma relação de proporcionalidade que, entretanto, só existe nessa relação proporcional. "Uma tampa de caneta está para uma caneta assim como um chapéu está para uma cabeça". Essa é a parte desenvolvida da analogia "cadê minha tampa de minha cabeça" ao procurar meu chapéu. Exemplozinho meio fajuto, mas talvez, dê para entender. Não há nenhuma relação concreta e real entre tampa e chapéu. São coisas diferentes. Mas, ao estabelecermos uma analogia, criamos uma relação que é real enquanto dure. No Psicodrama e todas as atividades socionõmicas, as dramatizações são analógicas. Elas não são "reais'. Ali, no palco, durante a cena, se estabelece uma relação de proporcionalidade, de analogia, entre o que houve, entre o que se teme, e aquela cena. E nesse momento faz sentido. Há uma verdade poética, como dizia Moreno. A cena psicodramática é "um nada que é tudo".
quarta-feira, 20 de julho de 2022
Psiquiatria/Psicodrama
Há mais de 30 anos estou envolvido e ligado ao Psicodrama. Há mais de 45 anos estou envolvido e ligado à Psiquiatria. São dois lados de um mesmo lado, são ponto e contraponto do meu fazer. Sou um psiquiatra psicodramatista e sou um psicodramatista psiquiatra. Quando um está em cena, o outro é seu ego auxiliar. E vice-versa. mas o Psicodrama deu ao meu fazer psiquiátrico uma qualidade inteiramente diferente. Deu-me a consciência e vivência de que eu e o meu paciente somos papéis complementares. E isto me permite e concede liberdade para sempre poder fazer o melhor naquela circunstância, contando, sempre e sempre, com a coparticipação de meu papel complementar. Horas, estando no papel de psiquiatra, sou o escada para a cena do paciente, horas aquele que está no papel de paciente torna-se o escada para o meu sketche. Somos complementares em papéis diferenciados ou por se diferenciar. Quando quem está em cena é o psicodramatista, o conhecimento médico e psiquiátrico participam do meu olhar, de minhas analogias, minhas escolhas de diretor de psicodrama, de meu labor psicoterápico. Psiquiatra psicodramatista, Psicodramatista psiquiatra. Somos dois em um, um em dois.
quinta-feira, 7 de julho de 2022
Entropia e aquecimento
Eu gosto de Física. Os conceitos e o pensar da Física são muito e muito úteis para o dia a dia, fora de laboratório ou ciência aplicada. Entre eles o conceito de Entropia que diz que todo sistema que não esteja isolado tende a aumentar sua desordem, ou seja diminuir sua energia disponível para realizar trabalho. Quando mais desordem, menos energia disponível, mais caos. Transpondo, com respeito aos limites de uma analogia, é assim também com um agrupamento de pessoas. A energia de organização do caos, capaz de diminuir a entropia, em Psicodrama seria o aquecimento. É o investimento que o diretor/condutor daz para se contrapor à tendencia do agrupamento de se desorganizar. Na definição formal de entropia diz-se que é a diminuição crescente da energia capaz de realizar trabalho. Num agrupamento em caminho de formar um grupo, quanto mais aquecido está mais o grupo está disponível para envolver-se e dramatizar. Sem o devido aquecimento, não há grupo formado, não há energia disponível para realizar trabalho, não há possibilidade de dramatização.
quarta-feira, 29 de junho de 2022
Nada, apenas nada
Estou agora diante da tela como um diretor/condutor de psicodrama quando ele e o grupo estão "sem assunto". Aí é que se começa a forçar a barra racionalizando o que fazer. As propostas não vêm de forma espontânea e, sim, para a suprir o desconforto do silêncio. Então, o que fazer? Talvez, apenas talvez, eu começasse por um solilóquio (quando expresso alto o que está passando por mim, em sentimentos e pensamentos, sem ponderações). Talvez, apenas talvez, eu dissesse , "estou me sentindo vazio, sem ideias, me sinto pressionado pela obrigação de ser diretor/condutor, fico constrangido em estar paralisado, quanto mais eu forço não aparece nada para fazer". Talvez, apenas talvez, alguém, espontaneamente, iniciasse o seu solilóquio. Talvez a esse sucedesse outro e outro. Mas, talvez, apenas talvez, os membros do grupo ficassem em silêncio. Talvez, apenas talvez, eu convidasse uma ou outra pessoa a fazer o seu solilóquio. E aí, talvez, aquele congelamento, aquela paralisia, se desfizesse, porque já teríamos um que fazer em grupo. Isso mostra que o diretor/condutor também é parte do grupo, também é membro do grupo, apenas deve estar mais diferenciado em seu papel para perceber seu mal-estar. E ter a liberdade (espontaneidade) de abrir-se para o grupo.
quarta-feira, 22 de junho de 2022
Tamanhos relativos
Todo organizador de festa sabe que o tamanho do espaço tem que ser proporcional ao tamanho do público. Um espaço grande para um público estimado pequeno passa a impressão de festa vazia. Um espaço pequeno para o público convidado transmite a ideia de aperto, desconforto. Um trabalho grupal, produzir um trabalho grupal também precisa levar em conta a relação entre espaço e público. Um grupo de cinco pessoas em um salão, grande, tem mais dificuldade para " dominar" o espaço. Vinte pessoas em uma salinha dificulta a movimentação, atrapalha o aquecimento corporal. Mas, isso posto, há que se levar em conta que nem sempre se pode escolher o espaço onde se trabalhará. Portanto, o recurso disponível para o Diretor/Condutor é o reconhecimento do espaço no aquecimento. Movimentar-se por todos os cantos, emitir a voz de todos os lugares possíveis (e impossíveis!), experimentar o mínimo espaço ocupado pelo corpo. Em última análise, o palco, o espaço cênico é o espaço de nosso corpo. Assim, seja pequeno, apertado, grande, espaçoso, o corpo sempre ocupa e cria o seu próprio espaço territorial e cênico.
segunda-feira, 13 de junho de 2022
Desenhos, Malas e Viagens
Há muitos anos li, era criança, em pé-de-página da revista Seleções, esta frase de John Gardner: "Viver é a arte de desenhar sem borracha". O desenho pode ser iniciado com a intenção de um barco, mas aparece uma linha curva e o desenho vai-se tornando uma onda no mar. Vai-se aproveitando cada traço, planejado ou acidental, para um desenho final que faça sentido, ao terminar. O escritor Fernando Sabino contava que o seu avô dizia que "as malas se arrumam no bagageiro durante a viagem." No Psicodrama isto seria denominado de ato espontâneo-criativo. Espontaneidade não é, definitivemente, fazer o que se quer, pura e simplesmente. Espontaneidade é como John Gardner e o avô de Fernando Sabino diziam: É poder estar aberto para o que acontece, é poder mudar de plano A para plano B ou C ou Z. É poder escutar e enxergar a circunstância. Isto, quando acontece, fornece à criatividade um terreno mais amplo de possibilidades. Espontaneidade é uma autopermissão para a criatividade fazer a melhor escolha para aquela cena, momento ou circunstância. Dirigir no Psicodrama é isso.
domingo, 29 de maio de 2022
Mia Couto
"E ainda mais se explicou: primeiro, não fomos nós porque éramos filhos. Depois, adiámos o ser porque fomos pais. Agora, querem-nos substituir pelo sermos avós." O fio das missangas, Mia Couto. Esse período de Mia Couto me chega no momento em que sou avô pela terceira e quarta vez. È trecho de um conto curto, denso e doloroso. Como estou em plena fertilização desse papel, avô, me remeteu ao olhar psicodramático. Toda interação se dá por meio de papéis. Ou seja, o papel é a condensação de fala, conteúdo, afeto, gestual, na interação. Como um papel teatral, os papéis modificam-se à medida que o papel complementar se altera. Com um aluno, sou professor. Com meus filhos, sou pai. Com os amigos sou amigo. Com o chefe, sou subordinado. Com o subordinado, sou chefe. A interação entre papéis é mediada pelo vínculo. Portanto, quanto mais me vincular a múltiplas pessoas e interesses,, mais papéis desenvolverei. A cristalização de um papel, o tornar-se único, faz-nos compreender a escassez, a pobreza vincular, daquele que tenha esses papéis, cristalizados, tornados únicos. Pobreza de papéis = pobreza de vínculos. Naquele conto de Mia Couto, o doloroso é perceber como o personagem resumia sua vida a papéis familiares, em que cada um sucedia ao anterior e o aprisionava até o próximo. Uma sucessão de ilhas afetivo vinculares. Prisão e revolta. A personagem diz "adiámos o ser...". Para a visão socionômica o ser é sempre relacional, ele se constitui com o outro. O ser não é anterior ao outro. Ele nasce deste encontro. Menos encontros, menos vínculos, menos papéis, menos sensação de ser.
terça-feira, 17 de maio de 2022
Itabira e o sósia
Conversando com um paciente, ele falou de alguém que havia encontrado um seu sósia. De imediato, retruquei: "O sósia se parece mais com você do que vc mesmo!". O paciente olha para mim com cara espantada e pergunta: "Como assim?". Resposta minha: "É que o sósia é cópia da imagem que está na memória de quem o conheceu há muito tempo. O sósia é uma imagem sua que não se alterou pelo tempo nem pela suas vivências pessoais". Quando vemos um sósia o termo de comparação é a nossa imagem mnêmica do passado que não se transformou. A pessoa real, no presente, é aquela imagem mais tudo o que lhe aconteceu. O sósia a imagem conservada na memória. E esse termo, Conserva, é uma palavra que se refere a um conceito Moreniano referindo-se a nossa relação com os fatos culturais. Quanto uma determinada obra de arte se transforma em "A Obra De Arte" ela corre o risco de virar uma conserva cultural, no dicionário psicodramatiquês. Algo estático, icônico. Ícone em grego é imagem, figura. E isso também acontece com a nossa narrativa de vida, nossas perdas, nossos ganhos. Também eles tendem a se cristalizar em conservas. Quando Carlos Drummond de Andrade refere-se a Itabira, sua cidade natal, como "É apenas um retrato na parede. Mas como dói!", ele esta transformando uma conserva cultural numa vivência pesoal. "Desconservando" o "apenas um retrato na parede" para uma relação íntima com seu passado, suas histórias, seu presente e suas dores. E quem faz esse papel terapeutico é o "Mas" do verso, a abertura de outras formas de vivenciar o já vivido. Isso é psicoterapia. Isso é Psicodrama.
quinta-feira, 12 de maio de 2022
Tentar e experimentar
Ao escutar qualquer paciente dizer: "Vou tentar fazer", costumo retrucar: "Experimente em vez de tentar!". Em seguida, em geral, digo, "Tentar é álibi para não conseguir". E há, psicodramaticamente, uma profunda diferente. A pessoa, ao usar a expressão "vou tentar", absolutamente, não se põe verdadeiramente, a agir. E está sempre com "um pé atrás", capaz de parar, interromper sua ação a qualquer momento, por qualquer dificuldade ou empecilho. Sua alma não está na ação. Ao experimentar a alma encarna-se na ação. Para evitar ou ajudar a que isso não aconteça, é que no Psicodrama e em todas ações Socionômicas inicia-se pelo aquecimento. No começo para situar a pessoa ou o gupo a se situar no espaço-tempo do palco. Depois, ao aparecer o protagonista do grupo ou iniciar-se a dramatização do protagonista em atendimento Bipessoal, é necessário aquece-lo, ou seja, prepará-lo para a dramatização. No tempo e espaço da ação. Todo esse tempo investido no aquecimento tem seu resgate na dramatização. Aquecido, o protagonista experimenta verdadeiramente, a segunda-vez do fato, vivencia, dentro da realidade suplementar, como real, o dramatizado. Não há tentativas. Há experimentações à vera.
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E assim é.
Experimentar e refletir. Este blog é um espaço para mostrar ideias sobre o psicodrama, sobre o teatro espontâneo. Há mais de trinta anos...
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Em Socionomia (Psicodrama, Sociodrama, Axiodrama) há um conceito central que não é fácil para ser compreendido e utilizado. Tele. Essa pala...
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CONVITE AO ENCONTRO ( JACOB LEVY MORENO) Mais importante do que a ciência, é o que ela produz, Uma resposta provoca uma centena de p...
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AS PALAVRAS DO PAI – XX (Jacob Levy Moreno) Esta é a minha oração: Que todos os seres sejam benditos Com um lugar no Universo, ...